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Indústria

Treinamento de clientes B2B ganha espaço com a indústria 4.0, avalia diretor da Fluid Feeder

Em artigo, o engenheiro Francisco Carlos Oliver diz que capacitar clientes ajuda a reduzir falhas, custos e riscos de acidentes na operação de equipamentos.

Redação Folha do Comércio

Publicado em · Atualizado em

O treinamento de clientes corporativos, conhecido como customer training, se tornou estratégico diante da chamada nova era industrial, segundo o engenheiro Francisco Carlos Oliver, diretor técnico e comercial da Fluid Feeder Indústria e Comércio Ltda. Em artigo enviado pela Vervi Assessoria de Imprensa, ele afirma que as tecnologias e soluções lançadas a todo momento ficam mais complexas e exigem maior domínio por parte dos usuários.

Capacitação na prática

De acordo com o engenheiro, além dos cursos oferecidos pelos próprios fornecedores, há clientes corporativos que pedem instruções para usar um produto ou serviço em sua capacidade máxima. Ele afirma que a capacitação desenvolve habilidades e conhecimentos, muitas vezes na própria planta do cliente, e inclui informações sobre o setor e as melhores práticas do segmento.

Oliver cita ainda o customer onboarding, processo mais amplo de integração do novo cliente, em que o treinamento é uma parte fundamental. Segundo ele, esse tipo de ação reduz principalmente a rejeição a mudanças.

Experiência da empresa

Segundo o diretor, a Fluid Feeder oferece cursos e formações para instalação, operação e manutenção preventiva e corretiva em sistemas de cloro gás, tratamento de água e efluentes domésticos e industriais. O objetivo é treinar técnicos e operadores para que conheçam os equipamentos e as medidas de segurança do cloro gás em situações de emergência.

Ele afirma que o despreparo de quem opera sistemas de tratamento de água e efluentes pode levar a falhas de funcionamento, despesas não planejadas, perda de eficácia na dosagem de produtos e risco de incidentes para os próprios funcionários ou para terceiros.

De acordo com Oliver, os treinamentos podem durar de um dia a algumas semanas. Na empresa, as turmas são limitadas a até 15 participantes por dia, porque grupos maiores reduzem a eficácia da teoria e da prática. Entre os conteúdos estão princípios de funcionamento dos equipamentos, modo de operação, interpretação de informações de medidores e analisadores, manutenção, uso de EPIs e EPCs e segurança no manuseio de produtos.

O engenheiro diz que os cursos podem ser realizados na fábrica ou nas instalações do contratante, com fornecimento de manual ou apostila e, eventualmente, vídeos explicativos. Também podem ser feitos treinamentos sob medida para equipamentos mais complexos. O retorno, segundo ele, pode ser medido por pesquisa de satisfação com os participantes.

Benefícios apontados

  • menores gastos e menor uso de produtos químicos;
  • operação mais aprimorada e maior nível de segurança;
  • redução de intervenções para manutenção;
  • fidelização de clientes e redução da rotatividade na carteira (churn).

Francisco Carlos Oliver é diretor técnico industrial da Fluid Feeder, fundada em 1997 e especializada em tratamento de água e de efluentes por meio de soluções personalizadas.

Com informações de assessoria de imprensa Fonte: Vervi Assessoria de Imprensa / Fluid Feeder

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