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Romance “Amor de Alecrim” aborda saúde mental e maturidade da mulher no Janeiro Branco

Obra de Ana Paula Couto trata de menopausa, etarismo e reinvenção aos 50 anos, segundo a assessoria da autora.

Redação Folha do Comércio

Publicado em · Atualizado em

O Janeiro Branco, movimento que propõe colocar a saúde mental no centro das prioridades no início do ano, encontra eco no romance “Amor de Alecrim”, da autora fluminense Ana Paula Couto, segundo a assessoria da escritora. A obra aborda os desafios da maturidade feminina, como menopausa, crise conjugal, aposentadoria, dilemas da maternidade e a necessidade de ressignificar a própria existência.

A protagonista, Amanda, aos 50 anos, enfrenta a solidão, a invisibilidade e o impacto emocional do etarismo. Ao narrar a reinvenção da personagem, a autora trata de como mulheres dessa faixa etária lidam com perdas, transformações do corpo e expectativas sociais.

“Quis retratar uma fase pouco explorada na literatura: a maturidade cheia de dúvidas, mas também de possibilidades”, afirma Ana. Para a escritora, dar visibilidade a protagonistas com rugas e histórias é também um ato de resistência. “Nossas protagonistas são raras: mulheres reais, que não se resumem a estereótipos”, defende.

De acordo com a assessoria, o romance tem tom confessional e acessível. “Recebi mensagens de mulheres dizendo: ‘Isso aconteceu comigo!’. Percebi que havia tocado em feridas e alegrias coletivas”, conta a autora.

A narrativa também traz elementos lúdicos, como a presença de uma curandeira especialista em chás, apresentada como metáfora para os caminhos percorridos em busca de respostas.

Sobre a autora

Ana Paula Couto nasceu em Nova Friburgo (RJ), onde ainda reside. Professora de Língua Inglesa há mais de duas décadas, estreou na literatura em 2021, em antologias, e lançou o romance “Amor de Manjericão” (2022) e os e-books “Conto Comigo” e “Vida Crônica”. Participou de eventos como Flip e Bienais do Livro. “Amor de Alecrim” é seu segundo romance.

“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes”, diz a autora.

Com informações de assessoria de imprensa Fonte: com.tato – curadoria de comunicação

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