Do Piauí para o Brasil
A Houston, empresa com sede no Piauí,  comemorou, quinta-feira, 12, com festa e apresentação de uma nova linha de bike e presença de clientes e jornalisa, 10 anos de Brasil com uma estratégia arrojada: levar seus produtos para os quatro cantos do Brasil. Com forte atuação no Nordeste e 16% de participação do mercado, a Houston é especialista na fabricação e venda de bicicletas, linha fitness e ventiladores. A expectativa é expandir e alcançar a liderança em outros mercados.
Com investimento de R$ 8 milhões feitos ao longo deste ano em sua fábrica em Terezina, a Houston vai ampliar sua cacpacidade em 23%, o que significa que a partir de 2011, a empresa conseguirá produzir 1,1 milhão de bicicletas por ano. Para se ter uma idéia, a cada seis segundos, uma bike fica pronta na linha de montagem da empresa, a mais moderna fábrica das Américas.Seja uma utilitária para atender à necessidade de transporte e locomoção; uma de passeio para satisfazer ao hobby dos apaixonados pelo ciclismo; de velocidade ou aventuras para quem tem espírito esportivo e ousado; e juvenil ou infantil para quem quer dar as primeiras pedaladas. " Dessa forma, fabricamos nossos produtos para atender todas as faixas etárias e todos os gostos. Em nosso portifólio, há modelos que se enquadram ao estilo de cada brasileiro", explica João Claudino Júnior, presidente da empresa e do Conselho de Administração do Grupo Claudino (Genoves Bessa, de Teresina, Piauí).
 
Igreja Universal propõe pacto secreto com narcotráfico, diz jornal esepanhol
From: luiz ludovico Sent: sexta-feira, 16 de abril de 2010 03:03
Subject: Bispo Macedo-Matéria Publicada no jornal espanhol "El Pais"

 
Publicado no jornal espanhol  "El Pais", edição de 15/04/2010

La Iglesia Universal del Reino de Dios pide inmunidad al narcotráfico brasileño (A Igreja Universal do Reino de Deus pede imunidade ao narcotráfico brasileiro)

Un obispo propone en un vídeo lograr pactos secretos para evitar ataques (Um bispo propõe num vídeo conseguir pactos secretos para evitar ataques)
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Empresas devem evitar o “vermelho” em 2010
“O mês de dezembro é, em geral, o período de maior carga tributária para as empresas, pois, em razão das festas de fim de ano, o faturamento aumenta sensivelmente, aumentando, consequentemente, a incidência de carga tributária nas despesas. Além disso, a folha de pagamento dobra nesta época, em razão do décimo terceiro salário, dobrando também os encargos trabalhistas”, salienta o advogado tributarista do Cenofisco – Centro de Orientação Fiscal, Lázaro Rosa da Silva.
O problema é que, como o desembolso correspondente a esses aumentos se dá a partir do mês de janeiro do ano seguinte, muitos empresários acabam tendo dificuldade no controle financeiro do caixa. “É fundamental que o empresário tenha pleno conhecimento das obrigações tributárias e trabalhistas, pois o não cumprimento de qualquer obrigação acessória sujeita, como DCTF, DACON, CAGED e outras, pode acarretar em multa de no mínimo R$ 500,00. Já o não pagamento de qualquer imposto ou contribuição, no prazo definido pelos órgãos arrecadadores, pode fazer com que o contribuinte seja obrigado a arcar com juros e multa: os juros serão calculados com base na SELIC acumulada; e a multa corresponde a 0,33% ao dia de atraso, limitada a 20%”, alerta o especialista do Cenofisco.
Segundo Silva, para evitar surpresas no futuro, inclusive as relativas às possíveis novidades tributárias de fim de ano, é recomendável elaborar um controle de caixa, ainda que simples, que contemple as entradas, saídas e saldo a cada operação.
 
Setor público se adequa aos padrões internancionais de contabilidade
Um importante passo foi dado na consolidação do novo arcabouço conceitual da Contabilidade Aplicada ao Setor Público com institucionalização no âmbito da União, do Sistema de Contabilidade Federal, possibilitando ao País a adequação do setor público às Normas Internacionais de Contabilidade, por meio do decreto nº 6.976, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 7 de outubro de 2009, que dentre outras medidas, trata das atribuições e objetivos do referido Sistema de Contabilidade, ratificando o processo de convergência aos padrões internacionais, conforme estabelecido no artigo 4º do presente decreto.
O Conselho Federal de Contabilidade – CFC iniciou o movimento no setor privado, quando instituiu o Comitê Gestor de Convergência, em 2007, para contribuir com o desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio da reforma contábil e de auditoria que resulte em uma maior transparência das informações financeiras, utilizadas pelo mercado, bem como, no aprimoramento das práticas profissionais no âmbito do setor privado e do setor público.
Segundo Paulo Henrique Feijó, coordenador-geral de Contabilidade da Secretaria do Tesouro Nacional, este foi o primeiro passo para a convergência no setor público: “Depois que o CFC criou o Comitê, o governo pegou carona nesse processo e despertou para a necessidade da convergência contábil, notando sua importância para o País. O presidente está agora finalizando o processo para que o setor público busque a convergência aos padrões internacionais, visando editar normativos e adotar procedimentos viáveis à economia pública”, constata Feijó. 
“O decreto assinado é de grande relevância para a Contabilidade, que ficou mais de 40 anos atuando por meio da Lei 4.320/64. Os demonstrativos contábeis do setor público, alinhado com as normas brasileiras de Contabilidade do setor público, editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, trazem a este atual momento uma sinergia entre um órgão de classe e o governo”, afirma o coordenador Paulo Henrique Feijó .
No ano passado, a portaria 184 do ministro da Fazenda, Guido Mantega, já estabelecia as diretrizes para que a Secretaria do Tesouro Nacional trabalhasse no processo de convergência entre os padrões brasileiros, estabelecidos pelo Conselho Federal de Contabilidade e as Normas Internacionais do Setor Público (Ipsas em inglês). Para Maria Clara Cavalcante Bugarim, presidente do CFC, este decreto é um marco para o País: “A portaria do Ministério da Fazenda, deu início ao processo que, agora, com o decreto nº 6.976 da Presidência da República, permite que o setor público se adeque às Normas Internacionais e se encaminhe para o processo de transparência que a Contabilidade mundial necessita. Considero, portanto, que este é um avanço para o Brasil”, comemora a presidente do CFC.
 


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